Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e auto-risco...

Todo mundo que aprendeu a ler e escrever tem uma certa vontade de escrever. É legítimo: todo o ser tem algo a dizer. Mas é preciso mais do que vontade para escrever. Como milhares de pessoas dizem (e com razão): "Minha vida é um verdadeiro romance, se eu escrevesse contando ninguém acreditaria." O que devem fazer essas pessoas? Escrever sem nenhum compromisso. Às vezes uma só linha basta para salvar o próprio coração.







segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Fazendo meu filme

       Acho que eu tava sentindo falta disso, de um livro que me estimulasse tanto a leitura, que me fizesse devorar página por página em um dia. Um livro em que eu me identificasse com os personagens e fizesse com eles fossem parte da minha vida [Eu às vezes acredito de verdade que eles existem, são tão reais.]. Eu viajo em cada parte do livro, eu vejo cada cena tão nitidamente que, às vezes parece que eu vivi aquilo. Eu nunca pensei que uma escritora brasileira fosse tão parecida comigo, que alguém ia ser tão sensível quanto eu e que ia me levar pra esse mundo da fantasia que ao mesmo tempo é tão real. Já é o 3 livro da série que leio e a cada livro ela se supera, sem dúvida esse é o melhor de todos, se é que posso escolher um que seja o melhor. E o que me surpreende é que ela faz eu me lembrar da minha adolescência a cada página, faz eu pensar nas escolhas que fiz até aqui nessa minha fase adulta e ainda me faz vê que eu não preciso perder esse meu jeito criança, essa minha mania de adorar ver filmes, esse meu vício por música. Faz eu perceber que por mais que a gente passe por transformações ao longo da vida, sempre tem algo nosso que fica. E não é vergonha nenhuma permanecer no mundo do faz-de-conta, pelo contrário...é exatamente isso que me define. [Livro: Fazendo meu filme – Paula Pimenta]  


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Deus.

       Eu acredito na força do Universo. Eu acredito que as coisas acontecem em nossa vida por uma razão que muitas das vezes não compreendemos mas que no futuro fazem o maior sentido. É que às vezes não estamos preparados para entender o por que das coisas. E a gente luta contra...a gente corre atrás de coisas que devemos deixar ir. Eu aprendi que o que é nosso volta, então não devemos forçar o tempo de algo acontecer, e caso isso aconteça (caso a gente force), o que pode acontecer é o Universo ter que encontrar seu equilíbrio de outra forma, achando seu tempo certo para as coisas. [Pra mim o que algumas pessoas chamam de Universo eu chamo de Deus.]


       “O Universo é criado inerentemente para ser equilibrado. Ele sempre encontra uma maneira de se restaurar.”



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O que é nosso volta...

       Não importa o tempo que demore, se algo nesse mundo pertencer a nós, com certeza saberemos. A gente dá linha...e espera que a pipa volte. Algumas serão cortadas pelo caminho, outras terão problema na linha, que não teve o cerol necessário (aquele cuidado suficiente pra manter), e outras simplesmente vão avoar...sem o menor esforço. Mas quando for pra ser nossa, ela sempre volta. Assim são as pessoas...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Um ano novo...

       E nessa virada de ano eu fiz as pazes com a chuva, logo eu que não aguentava ficar 2 minutos sentindo os pingos de chuva. Logo eu que desistia de sair quando o tempo começava a mudar...

sábado, 24 de dezembro de 2011

O que vem a seguir...

       Estava assistindo uma de minhas séries quando ouvi algo que me fez pensar: O futuro é assustador. Mas você não pode apenas correr para o passado por ser familiar.[How I met your mother] E acabei percebendo que muitos dos nossos erros estão aí nessa frase. A gente tem medo de vê o que vem a seguir, na próxima esquina, na próxima rua. O que vem depois daquela prova, daquele telefonema...e acaba correndo para as mesmas coisas. Para a mesma rua conhecida, para a mesma ligação ruim...e não percebemos que na verdade ficamos parados. Não sabemos como vai ser o futuro e ele realmente assusta porque sabemos que não temos como controlar ou adivinhar como vai ser. Mas é preciso viver o depois...não é porque o passado é conhecido, familiar que ele será uma boa opção. Na maioria das vezes, não é. [E a gente só enxerga depois.] Precisamos deixar certas coisas no passado e recomeçar e nada como um ano novo para ver o que vem a seguir...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tentativas...

       Então a gente passa por dois momentos: o momento que a gente não entende nada, e o momento que a gente passa a entender. Mas ainda precisamos de um terceiro: o momento em que a gente domina aquilo. Às vezes duas tentativas não é o suficiente, e precisamos ter força para fazer a terceira e em outras situações até mais que três. Acho que isso serve pra testar a gente. Vê até aonde somos capazes de ir. Se somos fortes o suficiente pra continuar seguindo em frente ou se vamos parar pelo caminho. Eu sabia que ia existir pedras no meu caminho, só não sabia que teria uma tão grande, parece que meus pés são curtos demais pra pular ela. Mas eu vou tentar...e de novo. [Estatística 2.]

sábado, 3 de dezembro de 2011

O mundo gira...

       A gente não pode imaginar como vai ser uma relação, porque não conhecemos uma pessoa totalmente. Não estou me referindo a uma relação amorosa apenas, mas todos os tipos. Até mesmo uma amizade...não temos garantia alguma que vá durar para sempre, que essa pessoa nunca vá nos decepcionar. O que acontece é que as pessoas mudam o tempo todo, a forma de pensar, o agir, seus argumentos....porque assim é a vida, provoca mudanças a partir de nossas experiências. E a gente acaba lidando com o jeito da pessoa que nós conhecemos lá atrás, esquecemos que hoje ela já está diferente. [Nós já estamos...] O jeito é desconstruir tudo que a gente acha que é e que temos certeza sobre alguém e aceitar o fato de que temos que ir conhecendo as pessoas a cada dia e que ainda sim, não sabemos o que esperar. O mundo gira...e a gente também se movimenta.