Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e auto-risco...

Todo mundo que aprendeu a ler e escrever tem uma certa vontade de escrever. É legítimo: todo o ser tem algo a dizer. Mas é preciso mais do que vontade para escrever. Como milhares de pessoas dizem (e com razão): "Minha vida é um verdadeiro romance, se eu escrevesse contando ninguém acreditaria." O que devem fazer essas pessoas? Escrever sem nenhum compromisso. Às vezes uma só linha basta para salvar o próprio coração.







segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quero...


 Hoje eu vou citar Caio Fernando Abreu, acho que ele está falando melhor por mim...

"Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber.”

                                         
                               "Parar de me doar e começar a receber..."

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

In my head...


                                       Monografia – Emprego – Se mudar – Se formar

 
       Parece que tudo gira em torno da mesma coisa. Conseguir um diploma. E minha cabeça anda tão a mil ultimamente que nem sei como me organizar. Tantos planos que não saem nem do papel. Tanta coisa pra comprar...tanta coisa pra organizar. [E ainda reclamam comigo quando digo que quero continuar criança!]
       Acho que no fundo eu só queria umas férias....de responsabilidade, de estudos, dos pensamentos.
 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Mais uma chance


Sabe, ainda não sei muito bem como começar esse texto, primeiro porque faz tanto tempo que não escrevo que acho que perdi a prática. Segundo porque ainda não consigo assimilar direito o que aconteceu e confesso que ainda estou chocada com tudo. Mas de uma coisa eu tenho certeza: Foi um milagre! E Deus queria que eu ainda estivesse aqui nesse mundo.
No sábado, dia 25 de agosto eu estava voltando da minha aula de dança. Engraçado que eu já estava achando o dia meio tenso, porque apesar das aulas estarem tranqüilas, eu estava meio inquieta e angustiada com alguns problemas, mas mesmo assim não imaginava que o final do dia seria esse. Então eu pego o ônibus pra sair do centro e nem 10 minutos e eu estou sentada no chão do outro lado da roleta. É...o ônibus bateu no carro e foram alguns segundos ou minutos da minha vida que eu não lembro de nada. Só de levantar e perguntar o que aconteceu e em seguida sentir as dores. Penso que se não fosse a roleta teria sido bem pior passar pelo vidro, de alguma forma eu sei que Deus me segurou. Eu não vi aqueles flashes que todo mundo diz quando está morrendo, vai ver era um sinal de que eu não estava. É muito estranho a gente não lembrar do acidente em si, parece que dormimos e acordamos. É tudo tão rápido. E o corpo só reage depois que voltamos a ter consciência do que aconteceu. Não vou relatar o acidente todo mas dizer que foi a noite mais estranha e difícil da minha vida. Sair do local numa ambulância em direção ao hospital, esperar horas pra ser atendida, sentindo dores e sem saber o que tinha acontecido de fato. Minha sorte foi não ter quebrado nada, mas ainda estou me recuperando e certos movimentos ainda não posso fazer e isso ainda me aflige, mas eu rezo para ficar tudo bem e que eu possa voltar as minhas atividades. Naquele dia eu vi o esforço de tantas pessoas para saberem de mim, me buscar, e até mesmo ficar do meu lado por sms, que me fez perceber que é nessas horas que a gente vê quem se importa com a gente de verdade. A vida é realmente muito louca! Uma hora estamos distraídos dentro de um ônibus e achando que logo estaremos em casa, planejando mil coisas. E no momento seguinte a gente acorda de novo, mas ainda é noite e alguma coisa está diferente em nós e na vida.


       Eu agradeço a Deus por mais essa oportunidade, e prometo tentar fazer diferente. Tentar ter mais paciência com as pessoas, afinal não sabemos se vamos revê-las de novo. E eu prometo tentar fazer diferente...
 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Bem por aí

Estou de poucas palavras. Mas acho que o Caio F. Abreu me descreve muito bem...hoje.

"Seria tão bom se pudéssemos nos relacionar sem que nenhum dos dois esperasse absolutamente nada, mas infelizmente nós, a gente, as pessoas, têm, temos - emoções."


"Às vezes penso que tornam de propósito as coisas mais duras do que realmente são, só pra ver se eu reajo, se eu enfrento."

"Eu não procurei, não insisti. Contive tudo dentro de mim até que houvesse um movimento..."


 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Metal contra as nuvens

Eu nunca vou desistir de ter Fé.
Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz...


Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais

           
                  Não me entrego sem lutar
                  Tenho, ainda, coração
                  Não aprendi a me render

- Tudo passa, tudo passará...
[Achei que essa música do Legião se encaixava nesse meu momento.]

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Atende, atende, atende...

Se quiser algo...corra atrás.
É...parece que eu não aprendo. Ainda espero que as coisas caiam do céu. E mais uma vez a vida me ensina que não é bem assim, que é preciso esforço para conseguir o que queremos. É claro que acredito no poder da oração, mas sei também que não basta rezar e esperar que as coisas aconteçam, é preciso movimento. Quando a gente se esforça pra alcançar um objetivo é que a gente percebe o quanto era importante...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Por que não começa por você?

Quando dizemos coisas como “as pessoas não mudam”, deixamos os cientistas loucos.
Porque a mudança é literalmente a única constante da ciência.
Energia… Matéria… Estão sempre mudando. Transformando-se…
Fundindo-se… Crescendo… Morrendo.
O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural.
Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos.
Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas.
O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas
contrárias, de que algo nessa vida é permanente.
A mudança é constante.
Como experimentamos a mudança, depende de nós.
Pode parecer a morte ou uma segunda chance.
Se relaxarmos os dedos, nos desapegarmos, irmos em frente: pode ser adrenalina pura.
Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance.
Como se a qualquer momento pudéssemos nascer de novo.
                 [1º epsódio de Grey 's Anatomy - 7ª Temporada]

Mude você primeiro...


       Às vezes a gente se prende muito no passado, em como as coisas sempre foram e não consegue ver que podem ser diferentes.  Algumas vezes é apenas medo de ver o novo e a gente tenta permanecer no bom e velho conhecido...mas mudanças acontecem mesmo e o tempo todo, e nem sempre quer dizer que será negativa, o que vai definir são as suas atitudes, o que você vai fazer com elas. Temos escolhas sempre...