Uma nova fase se aproxima. Resolvi parar de fazer planos e colocá-los em prática. Já estava com a gaveta cheia de projetos, coisas que eu dizia que ia fazer quando....que ia começar quando...que com certeza faria se... Está na hora de deixar de lado as condições e viver o agora, até porque eu nem sei como vai ser o meu amanhã, o futuro está longe demais, então só cabe a mim o presente!
Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e auto-risco...
Todo mundo que aprendeu a ler e escrever tem uma certa vontade de escrever. É legítimo: todo o ser tem algo a dizer. Mas é preciso mais do que vontade para escrever. Como milhares de pessoas dizem (e com razão): "Minha vida é um verdadeiro romance, se eu escrevesse contando ninguém acreditaria." O que devem fazer essas pessoas? Escrever sem nenhum compromisso. Às vezes uma só linha basta para salvar o próprio coração.
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Porque...
Sabe, antes eu pensava que a pessoa que escolhia fazer psicologia na verdade não escolhia, mas a psicologia escolhia a pessoa. Mas pra mim só fazia sentido essa relação de atração, destino, com a psicologia. Nunca entendi muito bem como se dava isso com os outros cursos. Mas hoje vendo o 4 episódio da 1ª Temporada de Grey ‘s Anatomy, e vi que não era bem assim. Percebi que cada pessoa escolhe sua profissão de acordo com a realidade em que elas vivem, ou melhor, que a profissão escolhe a pessoa de acordo com aquilo que desperta o maior interesse pra cada um. Talvez a Meredith [personagem principal da série] tenha escolhido fazer medicina porque era a profissão da mãe, e ela percebia que era o único jeito de estar mais próxima dela. Sei que falei de um exemplo de um personagem, mas acho que se pensarmos um pouco, poderemos vê vários exemplos reais a nossa volta. Bom, eu consigo me lembrar do porque da psicologia, sempre quis entender o comportamento das pessoas, entender uma família, me entender. Confesso que ainda não entendo nada, rs. Descobri que a psicologia é muito mais complexa que isso, mas sabe no começo eu insistia em dizer que era pra ajudar as pessoas que eu estava nessa. Como eu já disse em outro post, no final essa é a meta, ajudar. Mas no fundo a gente entra nessa por nós mesmos, hoje tenho plena consciência disso e não me envergonho de admitir. E quando eu penso no porque do cinema como minha segunda opção, eu vejo que é porque sempre foi a minha realidade. Passei a maior parte da minha vida assistindo filmes e seriados [e ainda faço isso], cresci nesse mundo de fantasias e sem dúvida eles são meu suporte. Não me vejo sem essa realidade, e se hoje sou quem eu sou...é porque eu tive vários personagens para me ensinar que a vida não precisa ser triste, chata e que sempre podemos fazer algo para mudar o nosso mundo. Talvez esse seja o motivo pra minha mono ser sobre cinema e eu me orgulho muito disso, apesar da dificuldade. Bom, eu só posso falar por mim, mas sei que quem estiver lendo esse texto está pensando o porque de estar em determinada profissão. Se não está, deveria...[Fica a dica!;)]
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Escolhas...
Sabe, antes eu pensava que a pessoa que escolhia fazer psicologia na verdade não escolhia, mas a psicologia escolhia a pessoa. Mas pra mim só fazia sentido essa relação de atração, destino, com a psicologia. Nunca entendi muito bem como se dava isso com os outros cursos. Mas hoje vendo o 4 episódio de Grey ‘s Anatomy, e vi que não era bem assim. Percebi que cada pessoa escolhe sua profissão de acordo com a realidade em que elas vivem, ou melhor, que a profissão escolhe a pessoa de acordo com aquilo que desperta o maior interesse pra cada um. Talvez a Meredith [personagem principal da série] tenha escolhido fazer medicina porque era a profissão da mãe, e ela percebia que era o único jeito de estar mais próxima dela. Sei que falei de um exemplo de um personagem, mas acho que se pensarmos um pouco, poderemos vê vários exemplos reais a nossa volta. Bom, eu consigo me lembrar do porque da psicologia, sempre quis entender o comportamento das pessoas, entender uma família, me entender. Confesso que ainda não entendo nada, rs. Descobri que a psicologia é muito mais complexa que isso, mas sabe no começo eu insistia em dizer que era pra ajudar as pessoas que eu estava nessa. Como eu já disse em outro post, no final essa é a meta, ajudar. Mas no fundo a gente entra nessa por nós mesmos, hoje tenho plena consciência disso e não me envergonho de admitir. E quando eu penso no porque do cinema como minha segunda opção, eu vejo que é porque sempre foi a minha realidade. Passei a maior parte da minha vida assistindo filmes e seriados [e ainda faço isso], cresci nesse mundo de fantasias e sem dúvida eles são meu suporte. Não me vejo sem essa realidade, e se hoje sou quem eu sou...é porque eu tive vários personagens para me ensinar que a vida não precisa ser triste, chata e que sempre podemos fazer algo para mudar o nosso mundo. Talvez esse seja o motivo pra minha mono ser sobre cinema e eu me orgulho muito disso, apesar da dificuldade. Bom, eu só posso falar por mim, mas sei que quem estiver lendo esse texto está pensando o porque de estar em determinada profissão. Se não está, deveria...[Fica a dica!;)]
sexta-feira, 27 de maio de 2011
...
De um cara pobre que vai à igreja todo dia...
rezar diante da estátua de um grande Santo.
“Caro Santo, por favor, por favor
me permita ganhar na loteria.”
Por fim, irritada, a estátua ganha vida...
olha pra ele e diz:
"Meu filho, por favor, por favor
compre um bilhete.”
[Filme: Comer, rezar e amar] Finalmente entendi esse trecho do filme, acho que antes minha atenção não estava focada nele, e nas duas vezes que vi, passou despercebido, precisei de uma terceira. E é nessa hora que vejo a psicologia se fazendo presente, como diria na Gestalt: essa parte do filme não tinha virado figura pra mim, estava apenas como um fundo. E o que eu percebi agora é que a gente pede tanto e nem ao menos nos esforçamos para que nossos pedidos sejam atendidos. Parece fácil se ajoelhar e pedir um milagre dos céus. Mas, e quanto a nossa contribuição nisso? Será que nada vai depender da gente? Será que é tudo força de Deus ou do acaso se assim você preferir. Acho que há sim uma contribuição de Deus naquilo que pedimos, mas boa parte depende de nós mesmos. Não adianta sentar e esperar...é preciso mais! E é por isso que estou comprando meu bilhete...
Mess...
Sabe, tenho a sensação que a psicologia está pedindo um acerto de contas. É como se eu tivesse tido minha cota de usufruir de seus ensinamentos e agora ela tivesse me cobrando. O que você fez com tudo que você aprendeu comigo? E no meu último ano, quando tudo está uma bagunça...faculdade (com decisões para tomar sobre que rumo seguir, a monografia em andamento), a casa (coisas para se colocar no lugar...parece que tudo está se perdendo, inclusive o conceito de família). E ainda tem a psicologia me cobrando um aprendizado, mas não um aprendizado enquanto forma de trabalho, mas enquanto forma de viver. E sabe de uma coisa, eu acho que não estou aplicando ela no meu dia-a-dia. Percebi que nem ao menos me percebo, que não sei o que é figura (aquilo que nos chama a atenção) pra mim, nesses tempos de corre-corre, em que tudo passou a ser fundo. Mas que bom que tive esse momento de perceber que algo precisava ser percebido, que eu poderia me dá uma chance, e tentar me redimir, para uma coisa que não vai ser só a minha profissão, mas meu estilo de vida. Porque eu desejo mais da psicologia, quero mais...não quero fazer dela um livro que me da bases para um bom trabalho com as pessoas. Quero fazer dela uma forma de viver que me faça perceber o quanto se relacionar com as pessoas é uma experiência extraordinária, onde nada temos como base a não ser a própria relação com cada uma delas, que é única. E quero antes de mais nada, me perceber, saber o que eu quero, o que eu sinto, e mesmo se em algum momento eu não souber, que isso não seja um motivo de pânico, mas de aprendizado, pois isso significa que... eu nunca vou parar de mudar.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Eis que um belo dia você está assistindo uma série e vem aquela sensação de que a personagem não é estranha, você já viu em algum lugar alguém assim, com o mesmo jeito, mesmas manias, mesmos medos e...os mesmos problemas. Perae...ela sou eu! E finalmente você se reconhece. É mesmo assustador se vê. Porque uma coisa é você viver a vida sem saber como você está fazendo suas escolhas, e outra é você vê como faz isso e o quanto é forte relembrar tais fatos. E assim hoje eu descobri que eu....sou a Erica Strange! [Da série: Being Erica] Com pequenas diferenças, mas com jeito e estórias de vida tão parecidas.
No episódio 5 da 1º Temporada: “ Então, porque não tentar ser quem você é?
É como se estivesse em um barco. Você tem esse único remo aqui, e só rema, rema, rema. Furiosamente motivada pela expectativa dos outros. E isso nunca vai parar, você vai ficar remando em círculos. Pra você seguir em frente, você vai ter que remar com o remo que representa como você vê você mesma.”
sábado, 12 de fevereiro de 2011
...
E finalmente o grande dia chega...em meio a tantos estresses, imprevistos, nervosismo...eis que surge o dia. E o mais engraçado é que há meses atrás eu não sabia se queria mesmo, eu não tinha certeza se queria mesmo entrar nessa realidade. Acho que eu ainda não sabia que não podia mais me desvincular dela, que já era parte de mim...que tola! Eu achando que depois que a conheci, seria fácil esquecê-la e seguir em frente. E assim... eu decidi que queria mesmo: ser Psicóloga. Não porque eu quero ajudar os outros, isso é clichê demais e eu não sou mais caloura pra pensar assim. Eu quero ser Psicóloga, porque simplesmente isso já faz parte de mim, é assim que enxergo o mundo e com isso acabo ajudando algumas pessoas...claro que, somente aquelas que me permitem ajudar. Acho que no fundo, todos que escolhem essa profissão é porque de alguma forma quiseram se ajudar, quiseram se conhecer melhor e assim contribuir para quem sabe...ajudar alguém, mas assim como conseqüência, e não como motivo (isso é o que pensamos de início apenas). Leva tempo, mas depois a gente entende...que a Psicologia vai ficar pra sempre em nossas vidas, a gente exercendo ou não a profissão. E eu ainda não acredito que a jornada está chegando ao final...último ano, tantas histórias, conheci pessoas tão incríveis...aprendi tanto...mas, tudo na vida tem um fim...por mais duro que seja. E o tal dia que mencionei é esse...o dia das fotos com a beca, o dia em que a ficha cai e você percebe que está se formando de verdade...o dia em que você olha e vê as pessoas que fazem sentido pra você...e que falta pouco pra vocês se separarem da convivência do dia-a-dia. E sabe, isso se torna pequeno, quando você percebe que valeu a pena conhecer cada uma de suas amigas e que vocês compartilharam ótimos momentos, que agora ficarão pra sempre em algumas fotos...
[Foto de formatura]
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